ODIO CORRISPOSTO (tradução)

Original


Giorgia

Compositor: Frada, Carlo Aprea, Tommaso Santoni, Vincenzo Centrella

Se lembra qualquer ano faz?
Em equilíbrio sobre os fios do bonde
Quando dizia que não acreditava, no fundo acreditava
E olha o caso, fatalidade
Temos também a mesma idade
E corre ainda sobre as calçadas, nos becos sem saída
De essa cidade

Queria
Espiar dentro dos seus sonhos, essa noite
Queria
Dizer os segredos que já sabe

Toda a vida a esperar um outro trem
Mas pra andar onde?
E esse vazio que me assola-sola-sola
Agora diz o que é?
Se todas as palavras que me lança em cima
São só o fruto desse ódio correspondido
A qual não tenho respondido

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Nos cartazes do canto ao nosso bar
E você, que quando nota um detalhe diferente, perguna o que aconteceu
Porque os recordos não parecem aos confetes
Não crescem e não caem das árvores
E você ainda me pergunta que coisa espero da vida na minha idade

Queria
Espiar dentro dos seus sonhos, essa noite
Queria
Dizer os segredos que já sabe

Toda a vida a esperar um outro trem
Mas pra andar onde?
E esse vazio que me assola-sola-sola
Agora diz o que é?
Se todas as palavras que me lança em cima
São só o fruto desse ódio correspondido
Se todas as palavras que me lança em cima
São só o fruto desse ódio correspondido

Se lembra qualquer ano faz?
Éramos sentados naquele bar
Quando eu dizia que não acreditava
No fundo acreditava

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